Carga
O “carrinho” preparado para um ciclo. Ganha número sequencial. É o documento de trabalho da montagem.
Institucional
A Central de Material e Esterilização recebe instrumental e tecidos sujos, lava, empacota, esteriliza e devolve ao hospital em condições de uso. Sem rastreio, ninguém responde com segurança qual ciclo aquele pacote passou, se ainda vale, nem quem retirou.
O sistema registra esses eventos. A autoclave também envia a curva de temperatura. As duas coisas se encontram: a carga montada pela equipe e o ciclo físico lido da máquina.
Vocabulário
O “carrinho” preparado para um ciclo. Ganha número sequencial. É o documento de trabalho da montagem.
Cada pacote físico. Três cubas = três etiquetas. O Arsenal conta unidades, não linhas de cadastro.
A execução na máquina, com curva. Pode nascer da telemetria do coletor ou ser iniciado na tela.
Aprovado ou reprovado, registrado por uma pessoa. Reprovado alerta; não impede, sozinho, a liberação ao Arsenal.
Estoque estéril da CME. Material só conta no saldo depois que a carga é liberada.
A instituição logada. Cada uma tem seus materiais, máquinas e usuários — isolados.
Catálogo
Telas reais do ambiente de demonstração. O detalhe operacional está no manual do usuário; aqui está o recorte institucional.

Home depois do login. Conta o que está em ciclo, livre ou reservado. Autoclaves e lavadoras em lista viva. Faixa de alerta só quando há o que fazer. Botão para o modo parede (TV no corredor).

Dashboard de parede, sem trilho nem barra de status. Relógio, contadores, baias fixas por equipamento. Feito para ser lido a dois metros, sob luz de CME.

Montar, incluir material pelo leitor, imprimir etiquetas, direcionar à máquina, acompanhar o ciclo, registrar o veredito, liberar para o Arsenal. Programa (instrumental 134 °C, pacote 121 °C, Bowie-Dick) entra na carga — teste Bowie-Dick não leva material nem vai ao estoque.

O mesmo rito de montagem, para limpeza e secagem. Equipamento genérico na criação; máquina física no direcionamento. Uma carga ativa por máquina.

A etiqueta térmica vai no pacote: descrição, validade, programa, responsáveis, código de barras da unidade. Instrumento com QR, DataMatrix ou barras gravado no metal reusa esse código no sublote; a etiqueta do pacote continua saindo. Kit e caixa: uma etiqueta, lista de conteúdo conferida na montagem.

Um coletor na autoclave transforma o que a máquina registra em ciclo: curva, pico, exposição, log. Ciclos órfãos — máquina rodou sem carga vinculada — ficam visíveis para amarrar depois. O perfil do coletor se ajusta à família do equipamento.

Material sujo chega sem a etiqueta do ciclo anterior. O recebimento é por material e quantidade, com colaborador (crachá, sem login). É o começo do próximo giro — não uma baixa de estoque disfarçada.

Saldo por material ou por unidade, validade mais próxima, liberações, etiquetas ainda não impressas, movimentação e relatórios do que foi esterilizado. Entrada no saldo só depois da liberação da carga.

Visão gerencial do que vence em sete dias, no Arsenal e nos departamentos. Urgência aparece no painel só quando existe — tela zerada não finge alarme.

O Arsenal entrega ao departamento bipando a unidade. O setor registra o uso. O que não foi aberto volta. Comprovante em PDF na entrega. Colaborador do setor pode ser só crachá.

Materiais, equipamentos, tipos, embalagens, programas, departamentos, origens. Fotos de referência do material. Sem cadastro, a montagem da carga não tem o que apontar.

Cada autoclave e lavadora física no parque, com vínculo entre a carga montada e o ciclo capturado. Coletores por máquina, com perfil ajustado à família do equipamento (Sercon, Baumer e correlatas).
Limite honesto
Implantação
Cada instituição é um tenant: materiais, máquinas, usuários e parâmetros próprios. Grupos de acesso definem as telas do trilho. No go-live, o inventário de abertura gera etiqueta e validade para o pacote que já estava na prateleira — nada entra no saldo sem identidade Dataciclos.
Coletor no equipamento. Sem isso, o ciclo ainda pode ser iniciado e finalizado na tela — a curva ao vivo é o diferencial, não o pré-requisito para começar.
Tempo de bloqueio da carga, modo de entrada no Arsenal, e o restante da tela de configurações — por tenant, sem regra global escondida.
Login por hospital, sessão com token, isolamento por linha no banco. Log de alteração em toda mutação. Soft delete: o histórico não some.